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terça-feira, 30 de agosto de 2016

domingo, 14 de agosto de 2016

Pódio duplo

Eu sempre adorei a ginástica artística, que antigamente chamava-se apenas ginástica olímpica.
Pratiquei ginástica rítmica por muitos anos e ADORO!
Com as olimpíadas acontecendo no Rio, o único desejo que eu tinha era de assistir às apresentações de ginástica.
Não comprei nenhum ingresso, por que são caros, por que os locais de competição são longe. por que eu moro em São Paulo e por que eu morro de medo de aglomerações e de terrorismo.
Pode ser ridículo, mas foram esses os motivos pelos quais não fui assistir ao meu esporte tão amado.
Mas fiz questão de assistir tudo pela TV.
Adorei cada coisa que vi, tantos talentos, novos como a Simone Biles e bem antigos, como a Roxana.
Hoje foi a disputa individual do solo masculino.
Diego Hipólito , depois de sofrer tantas decepções com as quedas em jogos anteriores, mostrou que o amor pelo esporte é sinônimo de superação.
E o Arthur Mariano, Nori, mostrou que seguir os passos do seu ídolo pode levá-lo ao pódio.
Ver as apresentações dos dois, as lágrimas de ansiedade e de alegria depois do resultado, me fez chorar.
Chorar de alegria, de emoção, de compartilhamento.
Assim como os dois atletas, eu jamais vou me esquecer desse dia.
Parabéns, meninos...
Vocês me encheram de orgulho.


Fiquei até com peninha do menino inglês que ganhou a medalha de ouro.
Ela ficou pequena diante da alegria do bronze e da prata da nossa equipe.
Acho que ele ficou até meio sem jeito, mas faz parte do jogo e de competir com gente tão perseverante e em solo brasileiro.


O nome dele é Max Whitlock, um menino de 23 anos e que também deve ter se esforçado muito, sentido muita dor e deixado de fazer muitas coisas que outros rapazes de sua idade costumam fazer, para chegar ao nível de excelência de uma olimpíada.
Parabéns pra ele também.
Hoje vi um sonho se realizar.
Pena que eu não estava lá pra ver ao vivo e em cores.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

6000

São exatamente 22:24h, dia 11/8/2016.
Fui dar uma olhada para ver se havia algum comentário para responder antes de ir pra caminha quando me deparei com a imagem abaixo:


Gente, o Quase sessenta tem agora 6 mil inscritos!
Quanta alegria....
Comecei esse canal achando que apenas eu mesma iria vê-lo e agora vejo quanta gente teve vontade de se inscrever para me ouvir falando do que me dá na telha...
É incrível!
Pense que há pessoas que assistem aos vídeos e não se inscrevem no canal.
Há ainda aqueles que se inscrevem e desistem da inscrição ou o próprio Youtube se encarrega de "desinscrever" o sujeito, como já aconteceu comigo em vários canais que sigo.
Mais de 500.000 visualizações!
Inacreditável!
Talvez eu não seja tão sem graça quanto pensava, visto que não conto com nenhum tipo de ajuda para que o canal cresça.
Obrigada, minha gente!
Vou dormir bem contente.
Beijos gigantes

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Patchwork - primeira aula

Eu sempre achei que tinha duas mãos esquerdas pra costura.
Aprendi a pregar botão, fazer barra de roupas, alinhavar, fazer pontinho invisível e nada mais.
Ultimamente tenho visto algumas amigas feras na costura fazerem coisas lindas e tenho me animado cada dia mais.
Primeiro foram a Arlene e a Vilma, que estão aprendo há mais de um ano.
Depois vieram as amigas virtuais: Cristina Versluis e, principalmente, a Rubia Rubita.
Elas fazem as coisas parecerem simples e deliciosas de fazer.
Eu poderia ser internada num hospício de tanto tecido que tenho em casa.
Primeiro comecei a comprá-los para fazer cartonagem e caixas de MDF revestidas, depois para fazer encadernação. Só que nunca consegui comprar um ou dois, sempre saio das lojas com um montão deles, pois, assim como os papéis de scrap, são muito lindos.
Conclusão: tenho tanto pano aqui que poderia revestir meu prédio inteiro com eles.
Resolvi aprender a fazer patchwork por que acho lindo e por que quero fazer algumas coisas pra mim e, quem sabe, para vender no fim do ano.
Não sei como classificar a minha habilidade, mas minha vontade está grande.
Hoje foi a primeira aula, lá no atelier da Brígida.
Juntei todo o material que achei que precisaria e lá fui eu pra aula.
As 3 horas passaram tão rápido que eu mal percebi.
Mas consegui fazer dois blocos de tecidinhos cortados e costurados, aprendei a colocar a linha na máquina e a começar a me entender com ela.
Olhem só o que consegui fazer hoje:



As fotos não estão lá grande coisa, mas dá pra ver que eu fiz dois projetinhos bem simples, pra iniciante de iniciante mesmo.
Eu adorei.
Obviamente tem defeitos, não muitos, mas tem.
Espero conseguir me entender direitinho com o pézinho da máquina, com as emendas e todo o resto pra fazer coisas bem caprichadas e bonitas.
Agradeço o incentivo da Rubia e da minha mãe. Sem elas eu não teria sequer pensado em aprender mais uma coisa.
Obrigada, queridas...


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Primeiro ouro brasileiro no Rio


Ninguém melhor do que uma carioca, vizinha ali da Vila Olímpica,  para vencer as competições de judô até 57 kg.
Em Londres, ela foi desclassificada por que tocou a perna da adversária, a mesma de húngara com quem lutou hoje mesmo, em uma das eliminatórias, a qual venceu com relativa facilidade.
Na volta das Olimpíadas de 2012 sofreu vários tipos de preconceito e injúrias.
Hoje, Rafaela Silva pode responder aos insultos que recebeu quatro anos atrás de maneira brilhante. Com o brilho do ouro!
A menina de 24 anos, que começou a lutar aos 8 anos, não conseguia sequer sorrir, tamanha a sua emoção. Foi bonito ver quando ela, enfim, abriu um sorriso, o sorriso da vitória, da recompensa do esforço.
Parabéns, Rafaela.
Mais uma medalha para o nosso judô tantas vezes premiado.
Um ouro pra você.
Esse é só seu.
Obrigada por nos dar essa alegria!



NOVIDADES - Quase sessenta - Didi Tristão

Vai ficar tudo meio fora de ordem, ois atualizar o blog depois de um milhão de anos não será fácil.
Mesmo assim vou trazer pra cá tudo que ficou parado no Youtube pra jamais me esquecer.


Tomara que dê tudo certo!

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A tocha olímpica



E eu achando que a tradição vinha desde o início dos jogos, na Grécia Antiga.
Naquela época os gregos acendiam o fogo usando um espelho côncavo que concentrava os rais do sol, e essa chama permanecia ardendo até o fim dos jogos, mas não havia nenhuma tocha na história.
Foi o biruta do Hitler quem inventou essa coisa toda de tocha, pra levar o fogo sagrado até Berlim, nos Jogos Olímpicos de 1936. E deu trabalho essa empreitada, por que não sabiam como fazer para que a chama não se apagasse no longo percurso entre a Grécia e a Alemanha.


As tochas:



Londres - 2012


Rio 2016

Hoje atrizes interpretam as sacerdotisas do passado, obtendo a chama do mesmo modo, em frente ao Templo de Hera.
E a cerimônia parece ser bem bonita e emocionante, mesmo sendo vista pela TV.
Aliás, o espírito olímpico é uma coisa muito emocionante.
Ver todos os povos unidos na maior celebração esportiva do mundo é lindo!
E a coitada da chama tem que correr esse mundo todo mas mãos de alguns privilegiados que fazem todo esse cerimonial parecer um circo. Até de paraquedas a tocha pulou!
Enfim... os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ainda não foram oficialmente abertos mas a bola já está rolando, literalmente.
Na primeira competição dos brasileiros, o futebol feminino deu show na vitória de 3 a 0 contra a China.
Que os deuses do Olímpo tenham piedade do nosso povo e nada de ruim aconteça nessa festa.
Beijo gigante

Chama Olímpica é um dos símbolos dos Jogos Olímpicos, e evoca a lenda de Prometeu que teria roubado o fogo de Zeus para o entregar aos mortais. Durante a celebração dos Jogos Olímpicos antigos, em Olímpia, mantinha-se aceso um fogo que ardia enquanto durassem as competições. Esta tradição foi reintroduzida nos Jogos Olímpicos de Verão de 1928. Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1936, pela primeira vez ocorreu uma estafeta de atletas para transportar uma tocha com a chama, desde as ruínas do templo de Heraem Olímpia até ao Estádio Olímpico de Berlim.
(Wikipedia)